Apenas para refletir...
2008! 40 anos se passaram daquele que foi um dos anos mais significativos do século XX. Em meio a música “Imagine” de John Lennon, discursos de Martin Luther King Jr, a célebre frase da musica de Caetano Veloso, “ é proibido proibir”, faz surgir, mesmo naqueles que nem estavam perto de nascer, o sentimento de anos pela busca de liberdade e igualdade.
Em nosso país a ditadura reprimia a população, e os jovens quem dera pudessem exteriorizar o vôo livre da imaginação, a promessa da mudança em suas mãos, e o medo no coração: a vida ou a liberdade.
Os movimentos culturais e conflitos civis demonstravam a vontade da mudança em várias partes do mundo. Anos que não acabaram, muitas conquistas com certeza. E após 40 anos o que fazemos?
O que permeia algumas mentes, agora, é uma questão: Por qual ideal comum lutamos hoje?
Desfrutamos das conquistas passadas e produzimos pouco para o futuro, algo ínfimo comparado há décadas anteriores. Hoje somos quase “todos iguais”, e a cultura de massa reforça essa afirmação, todos têm o poder de consumir! A liberdade gerou a individualidade, somos tão livres que esquecemos que precisamos do outro, e que o outro precisa de nós, e que juntos num ideal de bem estar comum talvez conseguiríamos construir uma sociedade realmente igual para todos. Parece tão ideal isso. Porém, mais lógico impossível!
2008! 40 anos se passaram daquele que foi um dos anos mais significativos do século XX. Em meio a música “Imagine” de John Lennon, discursos de Martin Luther King Jr, a célebre frase da musica de Caetano Veloso, “ é proibido proibir”, faz surgir, mesmo naqueles que nem estavam perto de nascer, o sentimento de anos pela busca de liberdade e igualdade.
Em nosso país a ditadura reprimia a população, e os jovens quem dera pudessem exteriorizar o vôo livre da imaginação, a promessa da mudança em suas mãos, e o medo no coração: a vida ou a liberdade.
Os movimentos culturais e conflitos civis demonstravam a vontade da mudança em várias partes do mundo. Anos que não acabaram, muitas conquistas com certeza. E após 40 anos o que fazemos?
O que permeia algumas mentes, agora, é uma questão: Por qual ideal comum lutamos hoje?
Desfrutamos das conquistas passadas e produzimos pouco para o futuro, algo ínfimo comparado há décadas anteriores. Hoje somos quase “todos iguais”, e a cultura de massa reforça essa afirmação, todos têm o poder de consumir! A liberdade gerou a individualidade, somos tão livres que esquecemos que precisamos do outro, e que o outro precisa de nós, e que juntos num ideal de bem estar comum talvez conseguiríamos construir uma sociedade realmente igual para todos. Parece tão ideal isso. Porém, mais lógico impossível!
